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O custo social da obesidade

Comportamento
O custo social da obesidade

Socialmente, o excesso de peso provoca comentários pejorativos e punhaladas permanentes através de olhares.

Qualquer escada ou rampa faz o obeso suar em bica. Os assentos das cadeiras são feitos para pessoas de peso normal e viajar de classe econômica é um suplício. O obeso vive como se fosse um deficiente físico, com a diferença de que os deficientes despertam compaixão e, os obesos, desleixo, pois os deficientes não são responsabilizados por seu estado, como é o caso dos obesos.

Diante desta lógica genérica, a pessoa obesa sofre muito porque tem a impressão de viver em um mundo hostil, que a julga e a rejeita o tempo todo. Este sentimento de incompreensão deve-se à intolerância social e, muitas vezes, também médica, da qual o obeso é vítima: sente-se malquisto e acaba não aceitando a si mesmo, fazendo com que mais cedo ou mais tarde perca a autoestima e a autoconfiança.

Nossa sociedade não gosta de gordura! Um bom exemplo disto é o fato de, antes mesmo de graduar a competência, os empregadores preferem pessoas de peso normal. Essa discriminação não é novidade!

O culto ao corpo esbelto não é apenas de ordem estética: é a representação de um corpo ativo, dinâmico, de uma pessoa que sabe administrar a própria vida.

As pessoas que sofrem com o excesso de peso têm, muitas vezes, a necessidade de serem ouvidas e compreendidas, antes de saber de cardápios, receitas, remédios, porcentagens, calorias, número de refeições. Na realidade, o emagrecimento definitivo é um processo muitíssimo mais complexo.

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Sobre o autor

Roseli Luz

Mãe, coordenadora geral e orientadora da Meta Real, é formada em Odontologia pela Faculdade Santo Amaro (OSEC) e atuou na área por 12 anos como cirurgiã dentista. Emagreceu pelo Método e tornou-se palestrante do Programa já em 1993. Em 1999, iniciou formações em PNL pela SBPNL e hoje é certificada internacionalmente em Coaching ICC. Participa de congressos, simpósios e cursos de atualização na área de Controle da Obesidade. Além disso, adora andar de bicicleta nos finais de semana.
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