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Perder Peso x Emagrecer

"Verdadeiros tratamentos emagrecedores devem visar alvos claros, buscando agir sobre a massa gorda excedente e mais nada!"

 

Sofrer por excesso de peso ou por obesidade significa sofrer por excesso de massa gorda. Emagrecer significa, portanto, fazer diminuir a massa gorda do corpo.

 

Por outro lado, perder peso é algo que a balança evidencia, sem que isso seja uma garantia da diminuição real da massa gorda.

 

Um regime mal concebido pode fazer minguar prioritariamente os músculos: então é a massa magra que diminui, e não a massa gorda. Com um regime deste tipo, a pessoa fica logo exaurida e, ao fazer um menor esforço, provoca cansaço extremo. Perde-se peso, mas não se emagrece!

 

Por outro lado, são usados numerosos “complementos alimentares”, frequentemente à base de plantas, que têm efeito diurético: o seu consumo faz com que a pessoa urine mais vezes e, portanto, perde água. Nesse caso, houve um afinamento e não um emagrecimento. Para piorar, esses quilos logo serão retomados!

 

Daí se deduz toda a ambiguidade que existe entre as expressões “perder peso” e “emagrecer”. E é a mesma ambiguidade com a qual os publicitários jogam para enaltecer estes ou aqueles produtos ou métodos mirabolantes.

 

Se não podem utilizar a palavra “emagrecimento”, usam e abusam da expressão “perder peso”, “afinar”. Aliás, eles só têm a ganhar com isso, já que afinar (onde se subentende a palavra “fino”) parece muito mais valorizado do que emagrecer (onde se subentende a palavra “magro”).

 

Afinar, às vezes, pode melhorar a silhueta. Isto se justifica para um indivíduo que sofre de retenção de água. Mas tudo depende do método empregado: uma drenagem linfática pode se mostrar benéfica, enquanto os diuréticos irão se revelar perigosos.

 

Em geral, os métodos miraculosos (plantas ou complementos alimentares) destinados a fazer perder peso não levam senão à perda excessiva de água ou de massa muscular importante. Esses produtos podem por em perigo a sua saúde e, de qualquer maneira, têm efeito efêmero.

 

Tratamentos destinados a “afinar medidas” podem ser enganadores e até perigosos. Na maioria das vezes, fazem os músculos minguarem e desidratarem sem, no entanto, agir sobre a massa gorda, como são os casos dos “géis emagrecedores” e drogas diuréticas e laxativas.

 

Lembre-se sempre: toda perda de peso a curto prazo não mantém o peso a longo prazo. Escolha um método confiável e que não venda milagres!

Como calcular sua meta

Excesso de peso e obesidade não se definem por excesso de quilos, mas por excesso de porcentagem de gordura.

Antes de mais nada, vamos explicar que as tabelas de peso foram criadas por volta de 1950, pelas companhias de seguros de vida na América do Norte. As companhias sabiam que as pessoas obesas eram mais vulneráveis às doenças e óbitos, portanto as apólices de seguros eram mais caras para essas pessoas.

 

Por outro lado, alguns médicos elaboraram fórmulas matemáticas para determinar o tão procurado peso normal. Porém, o que se pode observar, é que essas fórmulas não levam em conta a idade, a estrutura óssea e muito menos a morfologia das pessoas. E mais, não consideram a constituição do organismo segundo a relação entre as massas gorda e magra do corpo.

 

É por isso que a balança comum é pouco confiável no que diz respeito à composição corporal. Ela é tão somente quantitativa, e não, qualitativa. Quando, por exemplo, você se pesa e o resultado é 80kg, e toma um copo de 350ml de refrigerante e, em seguida, volta a pesar-se, o resultado é 80,350kg. Isso não quer dizer que você engordou! Você só está mais pesado, e não mais gordo!

 

Na verdade, você até pode ter um peso considerado normal dentro das tabelas e, mesmo assim, ter uma autêntica obesidade (tendo pouca massa muscular). Assim como, também, é possível ter um peso aparentemente excessivo (quando se tem muita massa muscular) e ter de fato uma composição corporal normal.
É bom lembrar que somos compostos de, aproximadamente, 70% de líquidos, sendo:

 

25% de água extracelular + sangue

32% de músculos

15% de pele mais ossos

8% de vísceras + órgãos

20% de gordura

 

Por isso, o resultado da balança é só a soma dos diversos elementos que constituem o corpo, sem levar em conta as devidas proporções.

 

Para esta verificação, o melhor seria usar um equipamento chamado impedancímetro, que permite medir a massa gorda mais precisamente, sendo este método melhor que a medição das pregas cutâneas. Este trabalho é feito por pessoas especializadas.
Entretanto, existem dois grandes tipos de obesidade que não precisam necessariamente de equipamentos nem de balança, pois são visíveis a olho nu e classificados segundo a distribuição de gordura no corpo: a Obesidade Genoide e a Obesidade Androide.

 

Obesidade Genoide: comum em mulheres, não trás muitas complicações à saúde e a gordura vem distribuída no tronco em forma de “pera”.

 

Obesidade Androide: comum em homens, pode trazer muitas complicações à saúde, tais como aumento da taxa de açúcar no sangue, insulinemia, colesterol LDL, triglicérides, ácido úrico e, consequentemente, diabetes, hipertensão arterial, problemas coronarianos e cerebrais; podendo, ainda, provocar morte prematura por acidente vascular. Além do que, desenvolve um excesso de gordura intra-abdominal profunda, que envolve os órgãos e vísceras, causando problemas de saúde muito perigosos. Essa distribuição de gordura no tronco toma a forma de “maçã”.

 

Uma fita métrica é suficiente para identificar se você está com uma obesidade de risco: medindo-se a circunferência da cintura, que deve ter como referencial a altura da primeira costela (de baixo para cima). Se a medida da cintura for de 88cm ou mais para mulheres e de 102cm ou mais para homens, é hora de cuidar-se!

 

O que manda é o tamanho que você está e, não, como você está por dentro. O ideal seria estar em harmonia dentro e fora!

Cálculo pela Tabela PAIS

Gestantes, lactantes e crianças devem sempre consultar um médico especialista!

Nós, da Meta Real, utilizamos a Tabela PAIS (Peso / Altura / Idade / Sexo), que é mais compatível com a realidade das pessoas, estabelecendo uma faixa ideal de peso (mínimo e máximo), dependendo da estrutura óssea de cada um, como determina a OMS (Organização Mundial de Saúde). Faça o teste abaixo para determinar sua faixa normal de peso.

Aconselhamos que sua meta de peso seja o valor médio entre as metas máxima e mínima. Lembramos que para idades e alturas diferentes das especificadas (valores entre parênteses), o ideal é consultar um médico especialista.

Entrar Dados:

Cálculo pela Tabela IMC

Gestantes, lactantes e crianças devem sempre consultar um médico especialista!

Nós, da Meta Real, utilizamos a Tabela PAIS (Peso / Altura / Idade / Sexo), que é mais compatível com a realidade das pessoas, estabelecendo uma faixa ideal de peso (mínimo e máximo), dependendo da estrutura óssea de cada um, como determina a OMS (Organização Mundial de Saúde). Faça o teste abaixo para determinar sua faixa normal de peso.

Aconselhamos que sua meta de peso seja o valor médio entre as metas máxima e mínima. Lembramos que para idades e alturas diferentes das especificadas (valores entre parênteses), o ideal é consultar um médico especialista.

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Quanto Custa?

O CUSTO SOCIAL DO OBESO

Socialmente, o excesso de peso provoca comentários pejorativos e punhaladas permanentes através de olhares.

Qualquer escada ou rampa faz o obeso suar em bica. Os assentos das cadeiras são feitos para pessoas de peso normal e viajar de classe econômica é um suplício. O obeso vive como se fosse um deficiente físico, com a diferença de que os deficientes despertam compaixão e, os obesos, desleixo, pois os deficientes não são responsabilizados por seu estado, como é o caso dos obesos.

 

Diante desta lógica genérica, a pessoa obesa sofre muito porque tem a impressão de viver em um mundo hostil, que a julga e a rejeita o tempo todo. Este sentimento de incompreensão deve-se à intolerância social e, muitas vezes, também médica, da qual o obeso é vítima: sente-se malquisto e acaba não aceitando a si mesmo, fazendo com que mais cedo ou mais tarde perca a autoestima e a autoconfiança.

 

Nossa sociedade não gosta de gordura! Um bom exemplo disto é o fato de, antes mesmo de graduar a competência, os empregadores preferem pessoas de peso normal. Essa discriminação não é novidade!

 

O culto ao corpo esbelto não é apenas de ordem estética: é a representação de um corpo ativo, dinâmico, de uma pessoa que sabe administrar a própria vida.

 

As pessoas que sofrem com o excesso de peso têm, muitas vezes, a necessidade de serem ouvidas e compreendidas, antes de saber de cardápios, receitas, remédios, porcentagens, calorias, número de refeições. Na realidade, o emagrecimento definitivo é um processo muitíssimo mais complexo.

O CUSTO FINANCEIRO DO OBESO

Vejamos, agora, qual o custo alimentar diário para engordar ou manter a obesidade.

Suponhamos uma pessoa que coma além do que precisa, por dia, somente uma coxinha (R$ 1,00), um refrigerante (R$ 1,00) e um picolé (R$ 1,20) ou quaisquer alimentos equivalentes. Ao final do dia, terá gasto R$ 3,20. Em uma semana, este valor equivale a R$ 22,40 e, em um mês, a R$ 96,00.

 

Este é o custo no bolso. Em compensação, no corpo, isto se refletirá em, aproximadamente, 500 cal/dia, 3500 cal/semana e, ao final de um mês, 14000 cal. O que equivale, respectivamente, a 70 g/dia, 500 g/semana e 2 kg/mês.

 

Quando uma pessoa “precisa” comer ou beliscar a todo momento, é um sinal de que seu cérebro está confundindo a fome com alguma outra necessidade mal resolvida.

 

Todo emagrecimento a curto prazo não mantém o peso a longo prazo!

Quando alguém quer emagrecer, precisa, antes de tudo, deixar de concentrar-se no peso em si e decodificar os problemas que o levam a comer além do necessário.

 

Esta tomada de consciência ainda está distante da maioria das pessoas com excesso de peso, pois elas continuam submetendo-se a regimes restritivos, impossíveis de seguir, causando riscos à saúde e levando ao círculo vicioso do emagrecer e engordar. Isto sem contar com distúrbios de personalidade, depressão ou problemas mais graves.

 

A expectativa pela perda de peso rápida é a principal causa da desistência de um emagrecimento sério e eficaz, levando a pessoa a optar por regimes radicais e imediatos.

 

Tenha sempre em mente que o emagrecimento deve ocorrer por meio de um processo gradual e contínuo, para um resultado definitivo, como recomenda o Método Tático de Reabilitação Alimentar.

 

Pare de enganar-se buscando milagres!

INVESTIMENTO PARA EMAGRECER NA META REAL

Matrícula / Rematrícula: R$ 140,00

Aula Semanal: R$ 35,00

(R$ 25,00 para alunos acima de 60 anos)

Pacote para pagamento antecipado

 

Matrícula / Rematrícula + 4 aulas: R$ 250,00

4 aulas: R$ 126,00

 

Regras para o pagamento antecipado:

O aluno deverá frequentar as aulas, com o mesmo orientador, no período de vigência do pacote promocional.

No caso de desistência ou falta, não haverá ressarcimento dos valores do pacote promocional.

Para assistir a uma aula com outro orientador, você deverá efetuar o pagamento de uma aula normal, no valor de R$ 35,00.

Neste caso, os selos antecipados continuarão válidos, desde que você frequente as próximas aulas com o orientador com o qual você realizou a promoção.

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