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A arte de ser feliz

Comportamento
A arte de ser feliz

Por Júlia Paula, Doutora em Filosofia da Educação

Vejo que a arte de ser feliz tem uma relação direta em como lidamos com as situações do dia a dia. Todos temos situações desafiadoras diariamente e essas podem ser vistas como oportunidades de reclamarmos da vida ou de aprendermos mais alguma coisa.

Uma atitude que pode nos auxiliar a lidamos melhor com as situações que exigem de nós é não exagerarmos seu tamanho, não acrescentarmos sofrimento sem necessidade, então poderemos ver que uma unha encravada é apenas uma unha encravada; um pneu furado é apenas um pneu furado; um quilo a mais na balança é apenas um quilo a mais na balança.

Dando o real tamanho às situações não nos sentimos impotentes frente a elas, pois percebemos que temos recursos pra enfrentá-las, que somos plenamente capazes de encontrar a solução pra nossa unha encravada, pra consertar o pneu, pra eliminar um quilo que por acaso ganhamos ou quantos quilos a gente quiser.

Quando temos uma visão mais clara das coisas somos mais capazes de focar na solução e não precisamos comer em excesso pra nos aliviar, pois percebemos que os problemas “não são tudo isso” e também que eles passam. Assim podemos resolver as situações com mais criatividade, sofremos muito menos e assim nos sentimos mais felizes com certeza.

E, se, por um lado a arte de ser feliz tem a ver com a forma como lidamos com as situações desafiadoras, vejo que ela tem a ver também com a forma como valorizamos as situações agradáveis e prazerosas. Podemos treinar a nossa atenção pra perceber quantos motivos temos nesse exato momento pra sermos felizes, a começar por perceber que estamos vivos e que isso é uma dádiva.

Quando assim o fazemos não precisamos comer em excesso pra poder ter prazer. O comer continua sendo sim um prazer, mas não é mais o único, pois descobrimos que existem disponíveis pra nós muitas fontes de prazer: poder andar, ouvir uma bela música, ver o sorriso da nossa filha, admirar uma flor, abraçar as pessoas que gostamos e dizer a elas o quanto elas são importantes pra nós!

Parte de uma palestra do Prof. Dr. Clovis de Barros Filho, sobre autodescobrimento, felicidade e viver uma vida que vale a pena ser vivida.

Portanto, sejamos felizes!

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Sobre o autor

Júlia Paula

Mãe de duas filhas, Mestre em Terapia Corporal e Doutora em Filosofia da Educação pela Faculdade de Educação da UNICAMP. Formação em andamento para instrutora de meditação Mindfulness na UNIFESP. Gosta de estudar assuntos ligados à meditação, alimentação, neurociência e educação. Na música a preferência é pela boa MPB. Seu grande prazer é conversar com as pessoas e estar em contato com a natureza, respirando o ar puro das matas, rios, cachoeiras, ou sentindo a brisa do mar. Emagreceu 14 quilos na Meta Real e é orientadora há 2 anos e meio na cidade de Campinas/SP.
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